Tudo começa na forma como se relaciona consigo.
Um espaço de escuta, rigor e transformação psicológica para quem já percebeu que não basta continuar — é preciso compreender.
Prof. Doutora Sofia Almeida Barbosa
Psicóloga Clínica | PhD · Porto e Online
Porto Canal · Esther Perel Community · Keynote Speaker · SAB Podcast
O que está a viver não começa onde parece.
A maioria das pessoas tenta resolver o que sente e atua no que é visível: o cansaço,
a ansiedade, a dificuldade nas relações.
Mas esses são apenas sinais — não a origem.
Sem compreender a forma como pensa, sente
e se relaciona consigo, os padrões repetem-se,
mesmo quando tudo à volta muda. É por isso que o verdadeiro trabalho psicológico não começa nos sintomas — começa na estrutura.
Conhecer-se a si próprio não é um luxo.
É o ponto de partida.
A maioria das abordagens centra-se no que a pessoa sente.
O meu trabalho começa naquilo que o/a organiza por dentro.
É aí que a mudança acontece —
não apenas nos sintomas, mas na forma como vive, pensa e se relaciona.
Sofia Almeida Barbosa, PhD
Trabalho com quem as pessoas são —
não apenas com o que sentem.
Cada pessoa que chega até mim já tentou compreender o que se passa.
Já leu, refletiu, fez mudanças.
E ainda assim, algo permanece.
Porque a mudança real não começa no que fazemos — começa na forma como nos organizamos por dentro.
É nesse nível que trabalho.
MSc, PhD — Université de Lyon, França
Psicóloga Clínica e da Saúde
+18 anos de prática clínica
Formação em Portugal e França
Oradora em contextos nacionais e internacionais
Áreas de trabalho
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O cansaço que não se resolve com descanso raramente começa apenas no trabalho. Tem origem na forma como se vive, exige e se sustenta a própria vida.
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A maioria dos conflitos não começa no outro. Começa na forma como nos posicionamos e expressamos dentro das relações.
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Sentir não chega. É preciso compreender o que se sente, de onde vem e como se traduz nas escolhas.
Voz Pública
Porto Canal
Entrevista no programa Consultório sobre burnout e saúde psicológica.
A psicologia que pratico não fica dentro do consultório. Levo-a para a televisão, para os palcos e para as conversas que importam.